31 de dezembro de 2009

Beyoncé - Naughty Girl (Oli Chang Cinematic Remix)


Uma descoberta do trabalho de uma mulher talentosa que estará no Brasil em fevereiro, em quatro capitais do país: Florianópolis, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Descubri o remix interessantíssimo, neste mês de dezembro, por indicação de um contato da rede LastFM. O clipe é uma obra prima da música pop contemporânea norteamericana.
Quem sabe nos encontraremos no Morumbi... Meu presente de fim de ano para quem não viu a fantástica perfomance com novo arranjo, que não está no Youtube.
Beijo, se joga em 2010!

2010 pode ser diferente e melhor

Não, eu não sou baiano, tampouco nasci na Paraíba.
Eu sou de Alagoas, terra por onde desembarcou, quando chegou ao Brasil, Clarice Lispector, pelo Porto de Jaraguá; Estado cujos ilustres Paulo Gracindo, Pontes de Miranda, Aurélio Buarque de Hollanda Ferreira, entre outros anônimos remetem suas raízes.
Quero salientar que o ex-presidente Fernando Collor de Mello não é alagoano, apesar de radicado ali por muito tempo e, hoje em Brasília, é senador por nosso Estado.
Há muito mais a saber sobre Alagoas, a fim de que não se cometa certos deslizes em qualquer diálogo que se comente naturalidade ou referências geográficas, coisa que qualquer bairrista ou brasileiro prepotente faz questão de insinuar quando perpetua sua crítica apenas com o fundamento regional e desprezível.
Ah, eu nasci em Alagoas e não vim do Norte, senão da Região Nordeste; na capital Maceió, onde não há seca, visto que está distante do Sertão.
Estou numa terra onde a vida é quase sempre cinza, com chuva fina, dias sem muita cor natural nem graça; onde o país parece mais rico e que compra com este dinheiro cores artificiais para ornamentar e ostentar seu poder.
São Paulo é a terra onde celebrarei mais um ano que se passa e darei boas-vindas ao novo ano, cheio de expectativas. Terra de oportunidades para muitos, que vieram de outras regiões do País ou emigraram de outras nações em busca de um lar, ou lugar melhor.
O tempo aqui parece correr mais rápido, a pressa não pode ser inimiga de absolutamente nada, porque o entorno permanentemente vislumbra perfeição. Gente que não há de se incomodar com a desatenção ou egoísmo, porque poucos têm tempo de parar e ouvir. Algo que me faz pensar numa insensibilidade pandêmica, porque conheci muitos que não estão preocupados com feridas sociais. Até pessoas que não nasceram aqui, já vi que estão contaminadas pela vida moderna que se leva a ansiar a etiqueta de uma grife bacana, a tecnologia para permitir o tempo mais célere e o lazer que se enche a boca esnobar sempre o pódio às custas de mãos que transcendem naturalidade paulista.
O trânsito estressa muito mais do que a capital que nasci; o passeio é mais caro e se paga a cada minuto o preço de viver em uma metrópole. Meus extratos bancários hão de fazer me lembrar das experiências que paguei pra ver. Só não quero surtar!
Alguns meses aqui já me rederam o ritmo louco de pensar no segundo posterior, no dia de amanhã e no ano vindouro. Agora mais um agravante, pelo último dia do ano. Um réveillon metropolitano que eu possa comprar mais que a diversidade de luz, conviver com um sorriso de agradecimento aos poucos que aqui me trouxeram alegria e enfrentar mais uma jornada de silêncios em meio ao ruído da conurbação. Que todos possam ter um ano novo de reflexão sobre suas atitudes e os destinos que buscam seguir! Desejo de 2010 diferente e melhor aos alagoanos, baianos, fluminenses, paraibanos, paulistas, a todos os brasileiros de alma urbana ou de sensibilidade provinciana!

Imagem capturada de http://www.lusopirotecnia.com

26 de dezembro de 2009

25/12/2009


Apaguei duas velinhas cor de rosa, encravadas num Pastel de Belém, na Avenida Maracanã, Tijuca, Rio de Janeiro. A saudade no peito incomodou na hora em que precisei de fôlego pra apagar as chamas que queimavam tal qual o quase insuportável calor carioca - o vento fez as vezes, ironicamente. Eu celebrava o primeiro aniversário longe de casa. Uma comeração memorável porque me oferecia o recente caminho em que não cruzam vias que eu desejaria que houvesse.
Cruzamentos impossíveis. Natal tranquilo. Ensejo de celebração.
Agora, falta menos de uma semana para o fim do ano, e o clima de despedida se repete mais uma vez. Eu sinto meus braços mais fortes para abraçar as previsões das minhas leituras, da minha estrada percorrida, das conquistas e oportunidades que jamais imaginaria há exatamente um ano. Um prazo de mudar, cujo pensamento não alcançava. Mudou. Viver o fato é mais imprescindível que sonhar um sonho, é menos redundante que a vida há dias mortos. Então, bem vivo, viva o meu sonho! Hoje, estou ao alcance das previstas experiências hipnóticas, sem apelo obscurantista, dogmático ou ao Deus dará...
"Diz que Deus diz que dá, diz que Deus dará. Não vou duvidar..." Agora conto menos um dia a caminho de uma nova idade. Não duvido que chegue lá. Se Deus não der, eu vou lá buscar. Por enquanto, vou ali num Samba, vou partindo, vou deixando, vou chegando. Mas ficar, definitivo, sinceramente, não defino. Meu caminho é andar, e é melhor caminhar pra ir crescendo.

Imagem: capturada de: http://www.turbosquid.com/FullPreview/Index.cfm/ID/237826

18 de dezembro de 2009

Embora passem os anos, o dia fica.

Justificar video

A uma semana do meu aniversário, a ideia de celebração tem me causado certo constrangimento. O tempo passou e já conto dezenas de fios brancos entre meus espessos fios de tonalidades castanhas. Não é como apontar o tempo e caminhar até à velhice, eu não sei se me preocupo com ela, mas preciso relativizar a mudança de uma casa decimal que se aproxima numa velocidade que não parece assimilar o padrão. Meu tempo é instável, não conto o dia que se acaba pela sua vigésima quarta hora, dando oportunidade ao diferente, inovador ou caído na mesmice. No entanto, confesso: não gosto dos cabelos brancos que vieram com toda força que brota na raíz e denunciam as preocupações pelas quais passei, impiedosamente.

No ápice da minha ansiedade anual, tenho uma semana para saber o que devo festejar. Além de que, muitos estarão celebrando os dois mil e nove anos do nascimento de Cristo e, a mim, não cabe a ousadia de dividir atenções distintas. Um país predominantemente cristão, de referências apostólicas da igreja romana, vê na celebração católica o nascimento da salvação de pobres almas, e eu pego carona nesse motim. Deus, se lê este blog, nunca deixou um comentário, mas sabe que eu preciso comemorar algumas boas novas. Ele também sabe que eu sou fã de cerveja gelada (hoje pouco menos que há alguns meses) e devo celebrar minha nova idade com algumas unidades dela.

A oportunidade de estar diante da mais bonita escultura em homenagem ao Cristo que, certamente, estará de braços abertos, novamente e sempre, a me receber em sua casa (dentre tantos outros templos), é o perfeito cenário para eu viver um dia festivo de alma lavada pelo sangue misericordioso do cordeiro. E o pecado não será isento neste dia, então, como bom cristão, educado por mãe religiosa e, por ter sido estudante marista, sei o peso da devoção e desejo ser perdoado neste dia. A carne é fraca, e esse é o discurso de todo homem que se dá folga da vida eremita.

Ao pai celestial, minha confissão de sobreaviso: perdoe-me, pois vou ao Rio de Janeiro. Lembrarei-me dos dias do ano em que fui carregado nos braços, porque sofria, sem poder andar. Lembrarei-me também da beleza da vida e de mais um ano que completo entre os semelhantes que, muitas vezes, desconheço. Verei os braços abertos de seu filho e terei consciência da grandiosidade desta minha existência. No entanto, meu bom Deus, dificilmente hesitarei ao convite das libidinosas ruas da Lapa; talvez ceda à concupiscência cínica do sotaque carioca e me entregue a mais um dia mundano. Guarda a minha vida e meus vinte poucos anos!



*Dedico esse texto ao meu amigo Dr. Emerson Inácio

16 de dezembro de 2009

Babado: uma abordagem linguística da influência do audiovisual amador 'queer'


Desde que internautas puderam postar vídeos caseiros, arte, 'patifarias' ou qualquer movimento de imagens na internet, sites como o Youtube viraram febre para entretenimento cibernético. Todos os dias, anônimos se tornam celebridades virtuais por causa de algum comportamento divulgado na rede mundial de computadores.

Para o pernambucano Leandro Barros (27) que, frenquentemente, acessa os vídeos na internet, a busca está centrada em curiosidades. Tudo o que for novidade prende sua atenção e ele assiste para se manter informado e se divertir com a celebridade do momento, comenta o estudante.

Diversão é o que não falta na rede: vídeos cheios de gracejo e bom humor. Muitas dessas imagens são colocadas nos sites de upload de vídeos sem mesmo os protagonistas estarem cientes. Então, tudo se torna uma grande piada e cai no gosto popular. Somente depois do sucesso é que pessoas comuns descobrem que são celebridades virtuais.

O caso da travesti Vanessa é bem conhecido pelos internautas que veem videos na intenet. Após se envolver numa confusão e parar na delegacia, as imagens do programa policial, no qual ela foi entrevistada, foram postadas no site Youtube. Suas frases se tornaram hits de música eletrônica, ela se tornou uma diva entre os LGBTs - lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e trangêneros - e seus bordões, atualmente, são escutados desde boates à sala de universidade.

Os bordões da cultura LGBT estão em voga no linguajar dos brasileiros, seja à qual orientação sexual pertençam eles. Tudo por conta dos vídeos assistidos e divulgados boca a boca (ou seria link a link?). "Recomendo pra todo mundo: familiares, amigos a até pessoas do trabalho", diz o advogado paraibano A. G. (27), que incorporou aos seus diálogos muito do que vê na tela do computador. "O que eu assisto vira piada na minha linguagem e na dos meus amigos; a gente fica rindo, relembrando os vídeos", complementa Aldson.


Pioneirismo do bom humor na rede e suas influências


Tudo começou numa brincadeira, Las Bibas From Vizcaya - LBFV queriam divulgar o lançamento de um CD de música eletrônica, fazendo paródia na dublagem de cenas do sucesso da teledramaturgia da TV Globo, a novela Vale Tudo. Assim, criaram em seu canal do site Youtube a trilogia "Vale Tudo, Fia!" E foi um frenesi de acessos, pessoas reproduzindo as falas da polêmica Heleninha, interpretada por Renata Sorah, na versão original, e subvertida pelas personagens Dolores de Las Dores e Marisa TouchFine, que dão vida à dupla que utiliza bordões engraçados e nada ortodoxos.

Atualmente, um processo inverso ocorre na concepção dos personagens. Uma novela da Globo que motivou a criação da trilogia de LBFV, que criou bordões consagrados no linguajar brasileiro, que hoje parece ser forte evidência nos diálogos do personagem Cássio, da novela Caras e Bocas.

No entanto, a influência dos bordões, que surgiram nos guetos, não estão presentes apenas nas produções audiovisuais. Hoje, ela aparece em outras plataformas da cultura de massa. Um exemplo disso, é a personagem Denise, da Turma da Mônica (de Maurício de Souza), que preenche seus balõezinhos de HQ repletos de gírias do universo gay.

Recentemente, o vídeo 'babado' que está na boca (e redes socias) do povo é o da cantoria da jornalista Ione Machado [foto], com seu bordão "Tudo melhora aqui no shopping". Aparentemente embriagada, a jornalista toma o microfone da cantora do Shopping Cassino Atlântico, Zona Sul do Rio de Janeiro, e começa a cantar. Após isso, ela apresenta sua profissão e lança o bordão. Da forma que a produção amadora do audiovisual brasileiro está influenciando o comportamento da sociedade, logo teremos o bordão de Ione como slogan de algum shopping carioca.

Foto: reprodução do link do Youtube

15 de dezembro de 2009

Nada Se Compara a Você



Você descobre que uma atitude banal sua, muito comum na prática de quem está apto aos prazeres os quais não duram mais que alguns minutos, pode consumir o resto do seu dia de tal forma a descarregar na consciência toneladas de arrependimento. Você tem duas opções: autossabota, para evitar arrepender-se depois ou acende o fósforo da libido e deixa queimar e, somente no check out, saber as despesas que arcará por um dia de gente normal.

Quando eu estive cara a cara com minha mais libidinosa rendição (testosterona devastadora de 'eternidades'), eu parei e avaliei o lugar comum, a pessoa comum, o ato comum; e mais do que uma simples música que me passou à cabeça, desejei uma Aria e só havia uma faixa Pop para embalar meus ouvidos. Eu surtei! Preferi o silêncio de casa, a solidão das paredes mudas e livros espalhados, clamando leitura necessária. Assim, fui escutar minha cantora favorita a fim de transformar metade do dia em algo que valesse mais do que qualquer partitura, se houvesse, em mim, talento para tal coisa fazer. Amo música, mas apenas sou um apreciador dela. Na minha humilde posição, orgulho -me de ser um bom ouvinte.

Então, fui matar saudade da irlandesa controversa, que há muito tempo não parava e viajava nas suas letras e melodias. Escutei Emma's Song, uma das minhas canções prediletas dela. No entanto, o mundo conheceu Sinéad O'Connor com o seu hit mais famoso, portanto decido aqui compartilhar: Nothing Compares To You.


O som me fez voltar à atividade doentia de pensar e pensar, e voltar, também, à idiotia de consagrar o infame saudosismo da sobriedade que um dia alguém pôde me oferecer, que deixou a marca maior dessas marcas que a gente leva como estampa de pele e alma. Eu tive novas oportunidades, mas só, por ora, deixe-me acreditar que, ainda, nada se compara a você, azeviche do meu passado carbonizado
.


14 de dezembro de 2009

Mutilação N°62

Primeiro, você mutilou meu braço, quando eu tinha lhe dado minha mão. Eu aprendi na falta de um membro, achando que diante de quem eu tinha, tão pouco seria ausente. Depois você quis meu pensamento e, de uma forma peculiar, possuiu-o de maneira que não me fazia mal não pensar em outra coisa. Então, vieram (da forma que foram) os ossos do ofício, e você adquiriu minha literatura ocasional. Assim, com o tempo, foram-se de mim, o átrio, o olfato, o paladar e meus olhos sombrios. Pude ver que só havia ganhado um sorriso, quando você fazia um gracejo ou passava a língua no meu pescoço. Muito pouco para o que você já havia tomado para si. E conservou tudo no frio do refrigerador: pedaços de mim. No dia em que a ausência de minhas partes gritou, chamando-me à integração, eu decidi largar tudo e buscar próteses. Nesta noite, você me liga se desculpando, devolvendo meus pertecences gélidos, mas eles não serão os mesmos quando forem implantados. Não há corpo retalhado que seja próximo ao original. Pode ficar com os meus pedaços, repartidos, pois isso é tudo o que você conseguiu, mas nada, agora, para mim. Pegue a minha escova de dentes e jogue no lixo. Meus sorrisos emergem de uma outra fonte, meus dentes me pertence e eu ainda posso sorrir.

13 de dezembro de 2009

Quando a tempestade cansa


A natureza tem poderes sobrenaturais? Duvido. Tudo é o perfeito estado de harmonia. Nada de graça ou paranormalidade. Ciclos se completam. E só.

Um dia desses me meti numa tempestade daquelas, para desafiar a minha incubência de ser humano diante de força maior ou talvez força alterada diante da minha força inalterada a essas coisas de bater, chacoalhar e sangrar: meu coração continua o mesmo, se bem que minhas mãos estão frias...

Eu toquei, para sentir a temperatura de corpo estranho; eu precisava de calor, ainda quando pensava que a frieza era necessária. Senti a caleifação dos rumores. Então, percebi a tempestade soprando ar quente, uma ventania diferente e uns pingos de chuva. Eu nunca mais tive frio durante uma turbulência que me sacudia para direções, tão velozmente...

Quando eu estava completamente molhado, eu ria. E o calor se espalhava no meu corpo e eu me sentia em brasas, quase liberando vapores como um bule com seu café, fervendo.

Quando eu estava completamente seco, eu chorava. A secura que invadia minha alma fazia doer os ossos, os nervos e o passível de controvérsia, espírito desencarnado.

Caminhei com pouco intervalo de calmaria. Quase sempre choveu esses dias, com raios e ventos fortes, devastação de plano para noite, ainda no meio da tarde. Não era bom fazer planos confiando na meteorologia. O mau tempo vinha e acabava tudo. Eu desafiei as previsões e nada poderia sucumbir meus planos. Comprei um guarda-chuva resistente, uma capa impermeável e me meti dentro da tempestade, caminhando até o dia em que eu cansei de enfrentá-la. No fundo, os radares já previam.


Imagem: extremeinstability.com


11 de dezembro de 2009

Você precisa de mim?


E você sabe de que eu preciso? Eu respondo:

Eu preciso da sua falta de vergonha em assumir seus guetos às guilhotinas, para que elas partam a vida e separem o meu lado bom do meu outro lado.
Eu preciso do tiro que você dá, para aniquilar desumanos e que eles levem consigo o resto da soberba que lhes faltam para se sentirem vivos.
Eu preciso das baratas que festejam às migalhas quando você esquece a vida, e das traças que roem suas vestes, porque pouco valor você lhes dá, e elas podem me fazer acreditar em hábitat.
Eu preciso de cada gole que você engole e que todo ele me dê ânsia de vômito e eu despeje em qualquer lugar toda essa sujeira que a vida me fez beber.
Eu preciso da sua insanidade para que, às vezes, eu me sinta desentendido da realidade.
Eu preciso de cada centavo que você desperdiça em prazeres colossais em quinze segundos, para que seja eterno cada quarto de minuto que eu conto no relógio da estupidez.
Eu preciso das mazelas que você transborda no happy hour do esquecimento de quatro por cento de suas vendas, porque percentual algum já é totalidade para quando eu deseje implodir o dia inteiro, alguns dias.
Eu preciso do seu ronco para perturbar os apáticos e vê se neles provoco alguma reação adversa.
Eu preciso da desorganização da sua vida além-labor porque, certamente, há horas que preciso ver as coisas espalhadas sem ordem, no anseio anarquista.
Eu preciso da sua reabilitação para que um dia eu saiba que para trás ficaram imposições do status quo (não desmerecendo a importância).
Eu preciso mais de mim do que o pouco que você teve, e que julga precisar. Só não preciso parar o tempo e esquecer de meu propósito, porque você não tem tempo preciso para se reabilitar e perceber o que precisou era pouco e se acabou.

Imagem capturada de http://sercristaoemaravilhoso.files.wordpress.com/2009/06/forca1.jpg